Quiet Ambition: o que é, tendências e ESG

Sucesso profissional não significa necessariamente ser um gestor e liderar times. Há pessoas que não querem ser chefes. São os profissionais que fogem de cargos administrativos ou de gestão, numa tendência chamada de “quiet ambition” (ambição silenciosa, em português).

Segundo pesquisa conduzida pela canadense Visier com mais de mil particiantes nos Estados Unidos, 62% afirmaram que não querem assumir posições de liderança por diversas razões pessoais e profissionais. Mas isso não significa falta de ambição na carreira.

Outros resultados interessantes sobre as razões que impedem colaboradores individuais de se tornarem gestores nas empresas:

  • Expectativa de aumento de estresse e pressão: 40%
  • Perspectiva de trabalhar mais horas: 39%
  • Estou feliz com minha função atual e não quero mudar: 37%
  • Falta de interesse em assumir responsabilidades de liderança: 30%
  • Compromissos pessoais ou interesses fora do trabalho que deseja priorizar: 28%
  • Aspectos administrativos de uma função gerencial: 20%
  • Falta de confiança da capacidade de liderar e gerenciar uma equipe de forma eficaz: 17%
  • Experiências pessoais anteriores com má gestão: 15%
  • Pouca ou nenhuma expectativa de que a empresa promova a um cargo gerencial: 14%

👉🏽 Confira aqui a pesquisa na íntegra.

Minha reflexão é sobre as empresas que assumem compromissos públicos na agenda ESG com foco em diversidade, equidade e inclusão. Sempre vejo metas de aumento de mulheres em cargos de liderança.

Quem disse que todas as mulheres-mães querem ser gestoras?

✅ Fica a dica – empresas que querem liderar a agenda de DEI, assumam metas ambiciosas de retenção de mulheres no cargo após 12 meses do retorno da licença maternidade. Indicador do padrão GRI – Global Reporting Initiative que poucas empresas incluem nos seus relatórios de sustentabilidade.

Deixe seu comentário

Your email address will not be published. Required fields are marked *