A produção de lixo eletrônico pela humanidade está aumentando cinco vezes mais rápido do que as estimativas de reciclagem e destinação correta. Os desafios se relacionam ao aumento do consumo, redução do conserto, obsolescência programada com os ciclos de vida mais curtos, design que dificulta a reciclagem e infraestrutura inadequada para a gestão do e-waste.
É o que aponta a quarta edição do Monitor Global de Lixo Eletrônico, com base em dados de 2022.
📱 62 bilhões kg de lixo eletrônico gerados globalmente
🔌 7,8 kg per capita
⌚ 22,3% deste lixo eletrônico foi coletado e reciclado de maneira ambientalmente correta
💻 31 milhões de toneladas de metais foram incorporados no lixo eletrônico, juntamente com 17 milhões de toneladas de plásticos e 14 milhões de toneladas de materiais como minerais ou vidro
Confira a publicação:
The Global E-waste Monitor 2024
✍️: United Nations Institute for Training and Research (UNITAR), International Telecommunication Union, Fondation Carmignac
🇧🇷 O Brasil é o segundo maior gerador de e-waste das Américas, com 2.4 bilhões kg anualmente. O desafio é grande, mesmo com os marcos regulatórios existentes, incluindo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e a obrigatoriedade da logística reversa (Decreto nº 10.240/2020), que estabelece o monitoramento do lixo eletrônico ao longo do ciclo de vida e descreve as funções e responsabilidades das partes interessadas na cadeia. Temos também a norma ABNT NBR 16156:2014, que orienta a gestão ambientalmente correta de lixo eletrônico.
♻ A destinação correta do lixo eletrônico depende de cada um de nós. Vamos juntos?

