Economia Circular: geração de biometano nos aterros

O lixo deve ultrapassar a cana-de-açúcar e o esterco da agropecuária como principal propulsor do combustível nos próximos cinco anos. A geração de biometano nos aterros é mais propícia a curto prazo porque não tem as restrições de sazonalidade da cana, já que o lixo é gerado diariamente pela população, e os aterros estão mais bem posicionados do que as fazendas para escoar o combustível na rede de distribuição do gás. E não tem desafio tecnológico. É só uma questão de colocar as unidades para operar.

É o que aponta Milton Pilão, CEO da Orizon Valorização de Resíduos, empresa de tratamento e destinação de resíduos, que transforma aterros sanitários em grandes complexos com captação de biogás e geração de energia.

Apesar de 13 anos de vigência da Política Nacional dos Resíduos Sólidos e três anos da aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento, o Brasil avança lentamente na adequação do manejo dos resíduos sólidos. Segundo a ABREMA, em 2022 cerca de 27,9 milhões de toneladas de resíduos foram enviadas para os mais de 3.000 lixões que se estima haver no país.

🔴 Isso gera impacto ambiental, na nossa saúde e bem-estar. Problema complexo, que requer investimento, inovação tecnológica e ação coletiva de atores públicos e privados.

♻ 🗑 Na economia circular, o lixo é insumo de valor na geração de biometano por meio de novos modelos de negócios circulares.

📢 Precisamos de mais inovação sustentável nos negócios. Vamos juntos?

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